ST de 200 cv. Novo Ford

A Ford acaba de desvendar o novo Fiesta, utilitário que se anuncia não somente com um visual mais expressivo e várias versões, como, também, com novos motores eletrificados e transmissão Powershift. Isto, além da “necessária” versão ST, a debitar 200 cv, e preparada pela divisão Ford Performance. Concebido com base na arquitectura B da marca da oval, a mesma do crossover Puma, o novo Ford Fiesta anuncia-se, assim e desde já, com um exterior arrojado e expressivo, a começar pelo exterior. Onde, a par de novas cores e jantes, é também possível encontrar, consoante a versão escolhida – Connected, ST-Line e Active -, elementos de estilo únicos, assim como novos packs, a procurarem realçar a personalidade de cada uma das variantes. Assim, novo é o design do capot, que vem elevar a secção dianteira, combinando com uma grelha frontal de maiores dimensões, também ela distinta, consoante a versão escolhida. E, a partir de agora, com o emblema da marca no centro, assim como acompanhada de novos faróis LED, de série. A mesma tecnologia que, aliás, é possível encontrar nos farolins traseiros, com novos contornos pretos, ou então e em opção, com um acabamento exterior Premium Black.

Igualmente reforçada, foi a oferta em termos de tecnologias, com o novo Ford Fiesta a contar, pela primeira vez, com os já citados faróis LED, em toda a gama. Com a versão de topo, em Matriz de LED, a conseguir, inclusivamente, adaptar o feixe, segundo as condições de condução. 

Na base desta mais-valia, estão as funções Manoeuvring Light e Bad-Weather Light, acionadas quando os sensores do veículo detetam uma tentativa de manobra, a baixa velocidade, ou a ativação dos limpa para-brisas. Ajustando, a partir daí e de forma automática, o padrão do feixe de luz para oferecer ao condutor uma maior visibilidade.

Já a função Glare-Free, integrada nas luzes de máximos, usa uma câmara frontal para detetar o trânsito em sentido contrário e criar uma zona não iluminada, dentro do feixe de luz, como forma de evitar o encadeamento dos outros condutores.

Também novo, no Fiesta, é o painel de instrumentos digital de 12,3″ e totalmente configurável, além de apresentando temas exclusivos de acordo com o modo de condução seleccionado. Ou, ainda, a funcionalidade ‘Alerta de Sentido Proibido’, que utiliza a câmara posicionada no pára-brisas para, em combinação com as informações inseridas no sistema de navegação, avisar o condutor, à passagem pelo segundo sinal de sentido proibido, no acesso à estrada, não somente de forma sonora, como também visual.

Passando às motorizações, uma oferta composta de quatro motores EcoBoost a gasolina, dois deles, complementados com tecnologia híbrida suave (Mild Hybrid) de 48V e, por isso, a ostentarem a designação Hybrid. Neste caso, sinónimo da presença, em conjunto com o bloco a gasolina, de um motor de arranque/gerador integrado (BISG) no lugar do alternador convencional, que, indo buscar a energia elétrica a uma bateria de 48V de iões lítio, cujo carregamento é feito com a energia cinética resultante da travagem e da desaceleração, serve para ajudar o primeiro, quer na aceleração, quer no reiniciar do motor de combustão.

Assim e já com esta tecnologia, duas versões do mesmo 1.0 EcoBoost, com 125 e 155 cv de potência, combinadas com uma transmissão manual de seis velocidades. Com a primeira a prometer consumos de 4,9 l/100 km e emissões de CO2 de 111 g/km, valores que representam uma melhoria de 5% face ao mesmo bloco, sem tecnologia híbrida. Podendo mesmo chegar, quando em cidade, aos 10%. 

Ainda no caso específico do EcoBoost de 125 cv, também pode ser acoplado com uma transmissão automática de dupla embraiagem Powershift de sete velocidades. Opção que, no entanto e apesar da possibilidade de utilização do sistema Auto Start-Stop, quando a velocidades até 12 km/h, faz aumentar os consumos para os 5,2 l/100 km e as emissões para os 117 g/km, já segundo o ciclo WLTP.

Finalmente, o bloco 1.0 EcoBoost sem qualquer apoio elétrico e a debitar uma potência máxima de 100 cv, anuncia a mesma média de consumo do EcoBoost de 125 com transmissão Powershift (5,2 l/100 km), mas também um ligeiro aumento nas emissões de CO2 – 118 g/km. Isto, ao passo que o bloco mais potente ao serviço do novo Fiesta – 1.5 EcoBoost de 200 cv -, destinado, em exclusivo, à versão ST, promete, desde já, não somente consumos de 6,1-6,8 l/100 km e emissões de 139-153 g/km, como também uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 6,5 segundos e uma velocidade máxima de 230 km/h.

… E com modo Track

Referir, também, que, todas as versões do novo Ford Fiesta, contarão com um sistema de três modos de condução – Normal, Sport e Eco – e que permite ao condutor ajustar, ao tipo de condução seleccionado, a resposta de acelerador, controlo de estabilidade e tracção. Assim como e no caso dos veículos com transmissão automática, os tempos de atuação da caixa.

 

 


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