A Lamborghini nunca vendeu tanto no mundo como agora. E em Portugal?

Volume de negócios alcançou 1,33 mil milhões de euros no 1.º semestre do ano.

Lamborghini manteve a tendência dos primeiros meses do ano e encerrou o primeiro semestre de 2022 com os melhores resultados de sempre neste período compreendido. As vendas globais situaram-se nas 5090 unidades (+4,9%), enquanto que, em termos de indicadores financeiros, o volume de negócios alcançou 1,33 mil milhões de euros, o que representou um incremento de 30,6% relativamente aos seis primeiros meses de 2021.

O resultado operacional também aumentou 69,6%, passando de 251 milhões para 425 milhões de euros. A correspondente margem operacional foi de 31,9%, depois de ter alcançado 24,6% no mesmo período do ano anterior. O aumento da rentabilidade no primeiro semestre do ano deveu-se ao incremento dos volumes, à mistura de produto, à superior personalização e às taxas de câmbio positivas.

E se o primeiro semestre de 2022 foi assim, a expectativa é que 2023 não fique atrás.

"Chegámos ao final de uma excecional primeira metade do ano, apesar do atual clima de incerteza causado pela situação geopolítica. As perspetivas são igualmente positivas, com encomendas pedidas que cobrem já toda a produção de 2023”, afirmou Stephan Winkelmann, CEO da Lamborghini.

Em termos de modelos, o SUV Urus foi responsável por 61% das vendas, ao passo que os superdesportivos Huracán e Aventador (este último a chegar ao final da sua produção) contabilizaram 39%.

E em Portugal? Ao contrário daquilo que foi a tendência global, as unidades vendidas no nosso país correspondem a... apenas oito automóveis. Este número representa uma redução de 20% em relação ao primeiro semestre de 2021.

Fonte: Auto ao minuto


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